Tecnologia durante a pandemia
Por se tratar de um vírus e de situação novas, as lacunas de informação e conhecimento ainda são muito grandes: taxas de letalidade, potencial de transmissão, tratamento, existência de outros efeitos ou sequelas no organismo dos que foram infectados, todas essas informações ainda são preliminares.
Nesse momento, a produção científica é crucial para melhor compreender o vírus e seus efeitos e buscar soluções. Pesquisadores e cientistas, no mundo todo, em muitos casos a partir de uma boa coordenação governamental, estão se mobilizando para estimar tanto os seus efeitos sobre a saúde da população quanto os impactos econômicos e sociais dessa pandemia. A Organização Mundial de Saúde (OMS), por exemplo, tem coordenado e mapeado os esforços de pesquisa no mundo, reunindo cientistas no tema e identificado as prioridades de pesquisa neste momento.
É inegável que o mundo onde
vivíamos antes da pandemia do Covid-19 mudou completamente. Em poucos meses, os
números alarmantes de contaminação e de morte pelo vírus forçaram as pessoas do
mundo inteiro a adotar medidas de isolamento, mudando suas rotinas
completamente.
Dessa forma, isso acelerou
as mudanças que poderiam demorar anos para ser implantadas, de forma geral. Por
isso, a tecnologia entrou em uma corrida para atender a demanda repentina, o
que traz inovações em diversas áreas.
Para mais informações sobre o Avanço da Tecnologia na Pandemia clique no link abaixo:
FECIP 2020
Evolução da internet
Arpanet:
FECIP 2020
Turma 1321 - Eletrônica
Evolução da internet
Componentes:
Bruno Souza
Camille Silva
Jorge Matheus
Lucas Miranda
Miguel Almeida
Thayane Veloso
Internet 5G

A próxima geração das redes móveis de internet começou a dar seus primeiros passos, ainda que de forma bastante limitada e apenas em alguns países do mundo. Porém, ao contrário do que muita gente pensa, o 5G não está chegando para permitir você baixar um filme no seu celular em segundos. Descubra o que é 5G e para o que ele serve.
O 5G é o próximo passo evolutivo para a banda larga sem fio. Sua missão é elevar, e muito, as potencialidades da rede atual, conhecida como 4G, alçando a banda larga móvel a altíssimos padrões de velocidade de conexão e de usuários simultâneos. As redes da 4ª geração, utilizadas atualmente em algumas regiões do Brasil, são capazes de entregar uma velocidade média de conexão de, aproximadamente, 33 Mbps. Estima-se que o 5G será capaz de entregar velocidades 50 a 100 vezes maiores, podendo alcançar até 10 Gbps.
Ela trará ainda mais velocidade para downloads e uploads, cobertura mais ampla e conexões mais estáveis. A ideia é usar o melhor espectro de rádio e permitir que mais aparelhos acessem a internet móvel ao mesmo tempo. A proposta é tornar tudo conectado, como celulares, carros, geladeira, máquinas de lavar e câmeras de segurança, entre outros eletrônicos.O 5G, em teoria, é mais veloz do que o atual 4G. As velocidades máxima e média aumentaram consideravelmente desde o 2G, a primeira rede digital, lançada nos anos 1990 (a rede 1G era analógica). É importante notar que o 4G ainda vem sendo aperfeiçoado e pode vir a atingir velocidades maiores do que as apresentadas hoje.
FECIP 2020
Turma 1321 - Eletrônica
Internet 5G
Componentes:
Abner Leonan
Gabriel Rocha
Guilherme Andrade
João Luís Felipe
Lucas Fernandes
Pedro Augusto
Pedro Henrique Santos
Victor Breves
Yan Lucas
O conteúdo tratado neste vídeo faz referência a INTERNET 5G
Galileo sistema de navegação por satélite europeu
Galileo é o sistema de navegação por satélite desenvolvido pela União
Europeia, criado como um projeto civil ( diferente do que ocorreu com os outros
sistemas existentes, que tiveram sua origem associada ao uso militar) como
alternativa ao projeto norte-americano GPS, ao GLONASS da Rússia e ao
Compass/Bei-dou da China. O sistema é composto por 30 satélites, sendo 3 deles
suplentes que entram em operação conforme a necessidade. O Galileo ainda conta
com dois centros de controle situados em Munique, na Alemanha, e em Fucino, na
Itália.
A iniciativa de desenvolver uma solução própria para o GNSS (Global
Navigation Satellite System) se deu pela decisão do governo
americano em não autorizar outras nações a participarem conjuntamente do
controle de uma configuração básica do GPS. Em fevereiro de 1999 a União
Europeia fez uma recomendação para que os Europeus desenvolvessem uma nova
constelação de satélites para navegação, quer seja em conjunto com outras
nações, ou sozinha.
Em junho de 1999, o Ministério dos Transportes Europeu concordou com
a a contribuição Europeia para o GNSS-2, denominado GALILEO. O
projeto será um sistema aberto e global, com controle civil, completamente
compatível com o GPS (e provavelmente com o GLONASS) com previsão de estreia em
2020, porém, com seu desenvolvimento atrapalhado pela pandemia mundial.
No Galileo, o cálculo de posicionamento de um receptor em terra funciona
da mesma maneira que no GPS, utilizando a localização do satélite no espaço e o
momento como parâmetro para mostrar a posição do receptor. Visto que a medida
precisa do momento é fundamental para a precisão do cálculo da distância, um
relógio atômico está presente em cada um dos satélites Galileo.
Os equipamentos trabalham em conjunto com o GPS ou Glonass e estão preparados para alternar quando um dos sistemas não funcionar. Como o Galileo ainda está tecnicamente em fase piloto, ele não é usado para aplicativos de extrema importância.
Desde fevereiro de 2018 mais de 30 modelos de smartphones suportam
o Galileo, incluindo todos os iPhones lançados a partir de 2017. Ele visa
atrair outras nações para participar do projeto. Trata-se de uma estratégia
diferente da adotada com o GNSS-1, onde os objetivos do EGNOS
(European Geostationary Navigation Overlay Service) atendiam apenas os países
Europeus.
Painel de Colagem
VÍDEO - Galileo, sistema de navegação por satélite europeu
FECIP 2020
Turma 1321 - Eletrônica
Galileo sistema de navegação por satélite europeu
Isabela Casemiro Bom Schalcher Gomes
Júlia Pereira Fernandes
Juliana Alves Martins
Karen Lebreiro dos Santos
Renan Faria de Souza
Sabrina Muniz Moura
O conteúdo tratado nesse vídeo faz referência ao: Galileo, sistema de navegação por satélite europeu.
Evolução das telas
A captura da “imagem-movimento” foi possível a partir dos anos 90 com a criação do cinetoscópio. A maioria dos cinemas no Brasil usa um projetor que joga as imagens em uma superfície branca do outro lado da sala através de raios de luz.
VIDEO - EVOLUÇÃO DAS TELAS
Breno
Nascimento Cordeiro
Diogo
Phelipe Pereira Da Silva
Enzo Lucas
Henrique Lessa
Gustavo
Alves Naue
Ivan Lucas
Conteiro Maranhão
João Victor
da Silva de Souza
Leticia Alves Corrêa
Marcos Flavio dos Anjos Thomé
O conteúdo abordado neste vídeo faz referência
a evolução das telas durante a história






















