Por se tratar de um vírus e de situação novas, as lacunas de informação e conhecimento ainda são muito grandes: taxas de letalidade, potencial de transmissão, tratamento, existência de outros efeitos ou sequelas no organismo dos que foram infectados, todas essas informações ainda são preliminares.
Nesse momento, a produção científica é crucial para melhor compreender o vírus e seus efeitos e buscar soluções. Pesquisadores e cientistas, no mundo todo, em muitos casos a partir de uma boa coordenação governamental, estão se mobilizando para estimar tanto os seus efeitos sobre a saúde da população quanto os impactos econômicos e sociais dessa pandemia. A Organização Mundial de Saúde (OMS), por exemplo, tem coordenado e mapeado os esforços de pesquisa no mundo, reunindo cientistas no tema e identificado as prioridades de pesquisa neste momento.
É inegável que o mundo onde
vivíamos antes da pandemia do Covid-19 mudou completamente. Em poucos meses, os
números alarmantes de contaminação e de morte pelo vírus forçaram as pessoas do
mundo inteiro a adotar medidas de isolamento, mudando suas rotinas
completamente.
Dessa forma, isso acelerou
as mudanças que poderiam demorar anos para ser implantadas, de forma geral. Por
isso, a tecnologia entrou em uma corrida para atender a demanda repentina, o
que traz inovações em diversas áreas.
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FECIP 2020

